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Museu da PMERJ

Hoje eu estava indo para o escritório bem devagarinho com a minha cinquentinha Auguri, quando tive a iniciativa de parar para conhecer o Museu da PMERJ, que fica ali na Rua Marquês de Pombal 128, a rua do jornal O Globo. Não costumo passar por ali sempre, mas aconteceu alguma coisa no Túnel Santa Bárbara, estava tudo engarrafado, e eu resolvi ir pela antiga Estrada de Matacavalos que desde 1865 é chamada de Rua do Riachuelo. Antes ainda de ser chamada de Estrada de Matacavalos, foi conhecida como vários outros nomes sendo o primeiro o de “Caminho que vai para Aldeia de Martin Afonso”, em alusão a Martin Afonso, nome de batismo dado ao índio Araribóia, que em meados de 1573 ainda habitava a região do atual bairro de São Cristóvão. O Museu está instalado na antiga residência dos comandantes do Batalhão da Polícia de Choque.

Estava eu tão devagarinho que vi, pensei em parar mas passei um pouco. Voltei na contramão pela calçada para ainda levar uma bronca do PM que comanda a cabine em frente ao Museu, onde você se registra para entrar. A porta fica fechada, kkkkkkk, a PM deve ter medo de assaltos.

Fui bem recebido pelo Sargento Ribeiro, que me acompanhou e esteve sempre disponível para me dar qualquer informação. É um Museu pequeno, mas que possui um acervo com aproximadamente 5 mil peças, que logicamente não estão todas expostas. Achei interessante a coleção de armaduras, que depois vim a saber que vieram de castelos em Lisboa, acompanhando D. João VI.

A origem do acervo é antiga, mas só virou Museu Histórico em 1937. Achei muito interessante e acho que a PM devia divulgar mais e usar mais o Museu, especialmente com as crianças. A população do Rio de Janeiro tem um relacionamento paranóico com as polícias e eu soube que o Museu recebe visitas marcadas com escolas e comparece a eventos levando parte do acervo. Vejam abaixo as fotos que fiz:

Muito legal, mais uma coisa que eu “descobri” apenas olhando a cidade.

Publicitário, Designer, Historiador, Jornalista e Pioneiro na Computação Gráfica. Começou em publicidade na Artplan Publicidade, no estúdio, com apenas 15 anos. Aos 18 foi para a Propeg, já como Chefe de Estúdio e depois, ainda no estúdio, para a Agência da Casa, atual CGCOM, House da TV Globo. Aos 20 anos passou a Direção de Arte do Merchandising da TV Globo onde ficou por 3 anos. Mudando de atuação mais uma vez, do Merchandising passou a Computação Gráfica, como Animador da Globo Computação Gráfica, depois Globograph. Fundou então a Intervalo Produções, que cresceu até tornar-se uma das maiores produtoras de Computação Gráfica do país. Foi criador, sócio e Diretor de Tecnologia da D+,depois D+W, agência de publicidade que marcou uma época no mercado carioca e também sócio de um dos primeiros provedores de internet da cidade, a Easynet. Durante sua carreira recebeu vários prêmios nacionais, regionais e também foi finalista no prestigiado London Festival. Todos com filmes de animação e efeitos especiais. Como convidado, proferiu palestas em diversas universidades cariocas e também no 21º Festival da ABP, em 1999. Em 2000 fundou a Imagina Produções (www.imagina.com.br), onde é Diretor de Animações, Filmes e Efeitos até hoje. Foi Campeão Carioca de Judô aos 15 anos, Piloto de Motocross e Superbike, mantém até hoje a paixão pelo motociclismo, seja ele off-road, motovelocidade e "até" Harley-Davidson, onde é membro fundador do Museu HD em Milwaukee. É Presidente do ForzaRio Desmo Owners Club (www.forzario.com.br) e criou o site Motozoo® - www.motozoo.com.br -, onde escreve sobre motociclismo. É Mestre em Artes e Design pela PUC-Rio. Como historiador, escreve em https://olhandoacidade.imagina.com.br. Maiores informações em: https://bio.site/mariobarreto

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